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Críticas de Filmes

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Olá pessoal! Como estão?!

Hoje gostaria de fazer uma crítica sobre as críticas de filmes, em especial sobre as críticas muito “viajadas”.

Algumas vezes leio críticas de filmes como “Transformers 2” acusando o filme de não ter um bom roteiro, de não desenvolver muito bem os personagens. Mas aí eu penso: “Por que eu iria querer que um filme de porrada de robôs tivesse uma história complexa e inteligente?”.

Transformers é o típico filme que você assiste com intuito de ver grandes efeitos especiais e lutas entre robôs gigantes o filme todo! Esse tipo de crítica se deixa levar pelo lado “intelectualóide” e esquece muitas vezes da natureza destes filmes de ação e efeitos especiais.

É por isso que nunca confio plenamente em críticas de filmes, leio muitas críticas ótimas, impecáveis, mas é sempre bom conferir o filme, porque no final tudo depende de um ponto de vista.

Até a próxima pessoal!

Written by Guilherme

02/06/2010 at 8:58 pm

Publicado em Filme, Inútil

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Review Old Games: Goof Troop (Pateta e Max)

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StartScreen do jogo

Aproveitando que voltei a jogar o PS2, porque não voltar a jogar o Super Nintendo (Snes)? Foi exatamente isso que eu fiz! E agora vou re-visitar vários e vário clássicos la das antigas, começando por Goof e Troop, que chamarei de Pateta e Max.

O jogo tem uma história meio boba. Pateta e Max estão pescando quando passa um navio pirata levando o Pete e o PJ capturados, e eles então vão ao resgate da dupla de amigos. Maas, como 90% dos jogos daquela época, a história é bem alheia, já que ela tanto faz. Oque importa é a jogabilidade. E é ai aonde o jogo simplesmente arrebata o jogador aonde a principal atração é o modo coperativo.

O jogo é um dos estilos mais puros de puzzle que já vi, ao mesmo tempo consegue ser envolvente e complexo, sem forçar muito a barra à ponto de você encher o saco e simplesmente parar de jogar (tá, tem um puzzle que é tenso que eu simplesmente SEMPRE encalho, mas tudo bem) ao mesmo tempo que progride e te faz quebrar a cabeça.

Infelizmente o jogo não tem muito conteudo pra fazer um review grande aqui, mas posso dizer que é um jogo que vale a pena dar uma revisada, ainda mais se você estiver entediado numa tarde qualquer e com um amigo por perto.

Written by André

31/05/2010 at 2:29 pm

As 20 maiores bilheterias em estréias

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Boa noite galera! Hoje vou postar uma lista bem interessante: A lista das 20 maiores bilheterias em estréias, atualizada nesse ano!

1 – The Twilight Saga: New Moon, $72,703,754

2 – The Dark Knight, $67,165,092

3 – Transformers: Revenge of the Fallen, $62,016,476

4 – Spider-Man 3, $59,841,919 17

5 – Harry Potter and the Half-Blood Prince, $58,175,412

6 – Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest, $55,830,600

7 – Star Wars: Episode III – Revenge of the Sith, $50,013,859

8 – X-Men: The Last Stand, $45,102,265

9 – Harry Potter and the Order of the Phoenix, $44,232,338

10 – Pirates of the Caribbean: At World’s End, $42,910,392

11 – Alice in Wonderland (2010), $41,000,000

12 – Spider-Man 2, $40,442,604

13 – Harry Potter and the Goblet of Fire, $40,118,363

14 – Spider-Man, $39,406,872

15 – Shrek the Third, $38,426,991

16 – Harry Potter and the Prisoner of Azkaban, $38,268,295

17 – The Matrix Reloaded, $37,508,303

18 – Twilight, $35,978,348

19 – Iron Man, $35,234,361

20 – The Lord of the Rings: The Return of the King, $34,450,834

Written by Guilherme

28/05/2010 at 10:11 pm

Publicado em Filme, Listas, Nerdices

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Jogos nacionais e o mercado brasileiro

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Freekscape: escape from hell. Que diabos é isso? (trocadilho) Ele é simplesmente o primeiro jogo desenvolvido e lançado para PSP e que é 100% nacional! Freekscape é um jogo desenvolvido pela Kidguru Estúdios, um estúdio paulista.

A linha nova linha de formato de jogos, casuais e até mais simples para Playstation, a Playstation Mini, que podem ser jogados tanto para PSP quanto PS3, possibilitou que a produtora russa Creat Studios a fechar negócio com o estúdio.

No jogo, o jogador controla o diabinho Freek por portais para fugir do inferno, no melhor estilo plataforma, enquanto usa seu tridente sagrado/santo (holy) para espetar os oponentes e usar as habilidades de seus próprios oponentes a seu favor para resolver os puzzles.

Em suma. Whatever.

Que que isso tem a ver com qualquer coisa? É o mercado brasileiro dando algum resultado.

Sempre ouço dizer que o “mercado brasileiro” de games que está sempre em crescimento, está sempre bombando, está sempre um monte de coisas e nunca, melhor, quase nunca, com algum resultado.

Afinal, de games brasileiros, todos que conheço se resumem a GuimO… E? … Exato.

Dando uma consultada na enorme (not) lista de jogos brasileiros na wikipédia para saber se tinha alguma outro jogo que conhecia. Tinha os graaaandes clássicos da Turma da Mônica, pra Master System, que são “mods” de Wonderboy, e os jogos de programas (show do milhão, no limite, BBB, etc)… E entre esses um ou outro de alguma pequena plataforma, a maioria é de computador… Sério, nada impressionante ainda.

Então… É… Não, não acho realmente algo muito impressionante. Uma leve diferença é que Freekscape é lançada pra uma plataforma, “published” pela sony, etc, etc, etc.Que é um grande avanço, porque lhes foi dado a oportunidade para isso e acho que eles fizeram por merecer, afinal, 7.5 num review da IGN , não é pra qualquer um.

O mercado brasileiro é muito falado, mas não tem nenhuma “ação”. Nada acontece por aqui. Se não me engando, os principais videogames não tem nem representantes por aqui… Será que já não está na hora de nós sermos levados a sério? Não apenas os desenvolvedores que merecem oportunidade,  pois sei que eles tem potencial, mas também o mercado em si. Aqui há muita gente que tem interesse por videogames, e que investiria uma grana boa, se existissem representações, preços justos e dariam um retorno para as empresas… Quando será que irão perceber isso?

Para saber mais: Review da IGN do freekscape e um artigo no site da EPTV.

Dia do Orgulho Nerd 2010

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Pois é meus caros amigos! É hoje, o nosso dia! O Dia do Orgulho Nerd! E “de brinde” o Dia da Toalha. Vamos começar com a história disso tudo. QUAL o motivo de hoje ser o Dia do Orgulho Nerd? E o Dia da Toalha? Alias, que diacho de datas comemorativas são essas?

Pois Bem. Começemos pelo Dia do Orgulho Nerd (sim, vou por itálico em TODOS eles, pois sou um bobo alegre) . Ele existe desde 2006, quando foi “celebrado” na Espanha (aonde os nerds são chamados de frikis, derivado do inglês, freak) quando um bando de malucos em um fórum (obvio, sempre neles) decidiu fazer, em suma, maluquices, e é no dia 25 de Maio porque foi exatamente nessa data que estreiou o primeiro filme da série Star Wars, só que em 1977, já que o filme é uma das “bibliografias básicas” de todo mundo que queira ser considerado nerd ( apesar de eu eu não tenho certeza que assisti, ou não). Basicamente o dia é uma celebração do direito de qualquer pessoa ser nerd se tiver vontade! Também criaram um manifesto, que como considero idiota, não vou falar a respeito. =P

Já o Dia da Toalha (também em itálico) , é mais antigo e por isso, muitos dizem, que é a verdadeira “data comemorativa“, mas, whatever. O dia da toalha é uma comemoração dos fãns de Douglas Adams, escritor do Guia do Mochileiro das Galaxias, que é considera, por algum motivo que não sei direito, um grande clássico da literatura nerd. Apesar de ter morrido dia 11 de maio de 2001, seus fans proporam que o dia em sua homenagem seria não no dia de sua morte, mas sim 2 semanas depois, simplesmente pelo fato de Douglas Adams, em suma, ser maluco e adorar coisas sem sentido e/ou aleatórias, ou diria, improváveis. Oque é simplesmente bem a cara dele, pois a improbabilidade de que a data 2 semanas de sua morte, lançamento do primeiro filme de Star Wars e dia escolhido como o do Orgulho Nerd caissem simplesmente, no mesmo dia. O Dia da Toalha é mais simples, você pega uma toalha, e faz tudo com ela (vai pra faculdade, cinema, trabalho, etc etc),  já que é um item indispensável e muito útil, segundo o próprio Douglas. Se você ainda acha que eu não disse simples, simplesmente e variáveis o suficiente nesse paragrafo: Isso é uma simples visão simplista da simplicidade do simples uso de simples, simplesmente e variáveis, em um simples simplificado paragrafo simples de uma simplificante explicação de um não tão simples assim dia que simplesmente deve ser comemorado! Pronto, simplemente não acha mais. E todos em negrito!

Resumindo: Dia 25 é o dia dos nerds! Façam nerdices! Joguem video-game! Não arrangem namoradas! Etc, etc, etc. Enfim, faça coisas de nerd e tenha orgulho dissso! Me dêem licença que vou ler “Até mais e obrigado pelos peixes“, a revista super desse mês, ouvir algum Nerdcast e pegar minha toalha!

P.S.: Outra data que eu também comemoro, é 5 de dezembro, dia do ninja.

Para saber mais:

Wikipédia – Artigos sobre o dia do orgulho nerd em Inglês e Espanhol e o artigo do dia da toalha, em inglês.

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Album: Back in Black (AC/DC)

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É fato: todo nerd já ouviu falar em AC/DC pelo menos uma vez! Esse post será sobre o que eu considero ser o melhor album da banda, e coincidentemente é o que vendeu mais (E o mais vendido da história do rock): mais de 49 milhões de cópias. Esse foi o primeiro album depois da morte de Bon Scott, o vocalista original da banda. Brian Johnson substituiu o ex-vocal e o album foi refeito, com hits como “You Shook me all Night Long” e “Back in Black”. Esse grande sucesso no mundo todo merece ser ouvido, e as músicas que mais indico são justamente as que citei acima e “Shoot to Thrill”.

O filme Homem de Ferro, que tem o AC/DC em sua trilha sonora, utiliza muitas músicas do album.

Faixas:

(Clique na faixa para ouvi-la no YouTube)

  1. Hells Bells” — 5:12
  2. Shoot to Thrill” — 5:17
  3. What Do You Do for Money Honey” — 3:35
  4. Givin’ the Dog a Bone” — 3:31
  5. Let Me Put My Love Into You” — 4:15
  6. Back in Black” — 4:14
  7. You Shook Me All Night Long” — 3:32
  8. Have a Drink on Me” — 3:58
  9. Shake a Leg” — 4:05
  10. Rock And Roll Ain’t Noise Pollution” — 4:16

Written by Guilherme

24/05/2010 at 2:33 pm

Publicado em Música, Review

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Review Old Games: Twisted Metal 4

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Capa do jogo

Vamos lá! Esses dias liguei meu PS2 (quarta) e ao invez de jogar jogos de PS2,  peguei uns antigos de PS1. Um deles é Twisted Metal 4 (que, se não me engano, pertence ao próprio Guilherme).

Pra quem não conhece a série Twisted Metal, uma breve apresentação.

O primeiro jogo da série foi lançado em 1995 e desde sempre a série foi exclusiva pras plataformas da Sony. Apesar de todos os problemas enfrentados pela série, com questões de direitos autorais e etc, desde o lançamento a série fez um sucesso tremendo. A série existe a 15 anos, fazendo dela a série que existe a mais tempo para PlayStation (seguido por Gran Turismo, com 13 anos, eca). Dos 9 jogos que renderam a série, 7 deles foram lançados como “PlayStation Greatest Hits“! Infelizmente, por essas bandas (Brasil) o jogo é muito pouco conhecido.

A mecânica do jogo é um “combate de veiculos” (Vehicular Combat, em inglês), que irei chamar aqui de “porrada de carros“, aonde o objetivo é usar vários tipos de armas, inclusive as especiais, que são unicas de cada carro, para destruir todos os oponentes, e o último que sobrar inteiro, ganha. Tudo isso gira em torno de uma história sombria. Twisted Metal é um torneio que, como dito antes, coloca os participantes um contra o outro numa luta até a morte, e o ganhador do torneio ganha o direito de fazer um desejo qualquer ao organizador do torneio, que se alimenta da alma daqueles que foram derrotados.Esse desejo não é limitado por preço, tamanho e nem mesmo pela própria realidade realidade.

Agora partindo para a análise do Twisted Metal 4 em si ,que , na minha opnião, esse é o penultimo Twisted Metal que vale a pena (O único que veio depois desse que acho que vale a pena, é o Small Brawn)

As armas, o básico de qualquer jogo de porrada de carros, são ao mesmo tempo simples, funcionais e variadas, não espere nada muito surpreendente, a maior parte do tempo você estara disparando misseis teleguiado ou usando algum especial que infelizmente é muito parecido com vários outros. Entretanto, elas vão desde morteiros e napalms até a misseis teleguiados e minas. Simplesmente, o essencial

As fases são muito bem trabalhadas. São praticamente, em sua maioria, labiríntos complexos e cheios de passagens secretas, recheadas de munição. A única coisa ruim é que os novatos podem se perder, mas depois que pegam o costume, o jogo vira um incrível jogo de gato e rato enquanto os jogadores tentam se destruir ao mesmo tempo que tentam evitar que peguem os escassos power-ups de vida. O outro tipo de faze são algumas mais “de zoeira”, pois não fazem sentido, não tem cenário, fundo, nada. São só um terreno quadriculado, de várias cores, jogados no meio do espaço com temáticas malucas e divertidas que adicionam muito ao multiplayer. Por exemplo o mapa aonde absolutamente TODO o terreno pode ser destruido e fica acima de um gigantesco poço sem fundo. Hilário.

A dificuldade do jogo também é algo a se notar. O jogo é ESDRUXULAMENTE DÍFICIL. A AI muito bem trabalhada, sabe se guiar pelos mapas, usando atalhos, coletando armas e recuperando vida. Sabe quando é hora de correr pra longe de você e sabe quando é hora de correr PRA CIMA de você com tudo e ainda usa as combinações especias de maneira eficiente. Sem contar a quantidade. O jogo não tem dó de te colocar numa arena contra outros 5 inimigos, que mesmo sendo cada um por si, vai acabar sempre sobrando pra você acabar com eles e ainda depois, contra o chefe da fase, que é sempre um carro muito melhor do que aqueles disponiveis pra você e que ficam cada vez mais forte. Chegando ao cúmulo de qua na ultima fase, ou você corre e foge que nem maluco ou ele simplesmente te destrói, na maioria das vezes, com 1 ou 2 especiais.

Em suma. Se você gosta de descer a porrada em carros, com outros carros, Twisted Metal, principalmente o 4 e seus antecessores, é um jogo que você não pode deixar de jogar. O jogo tem mais de 10 anos e eu estava jogando ele ontem. Vale a pena! =P

Para Saber Mais:

Wikipédia – Artigo sobre Twisted Metal, em inglês.

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Written by André

23/05/2010 at 9:34 pm